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		<title>Kama Sutra da Siririca – o céu é o limite</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 18:16:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Texto da Penny Lane
Kama Sutra da Siririca – o céu é o limite
 
Não adianta dizer que não faz, toda mulher normal brinca sozinha. Todo mundo já teve a experiência de subir no beliche, deixar cair um copo ou tomar banho com chuveirinho na adolescência e descobriu uma coisa interessante. E é bem mais divertido que a punheta (desculpem, mas é), porque existem milhares de objetos que podem ajudar, e também posições, dentro, fora, nos arredores, anal e até tentar sem encostar.
Vou passar algumas dicas, como pessoa de alguma experiência no ramo:
1-      Mitos
Existem dois aparelhos que tiram um sorriso maroto do canto da boca das meninas: o Celular e o joystick com dual shock. Ambos são superestimados. O Joystick não vibra por tempo o suficiente nem no modo de teste, e o vibra call do celular é fraco demais, dizem que até pra desestimular as moças. Mas não fique desanimada, ainda ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto da Penny Lane</em></p>
<p><strong>Kama Sutra da Siririca – o céu é o limite</strong></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2012/03/thumb3_touch_myself.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1651" title="thumb3_touch_myself" src="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2012/03/thumb3_touch_myself-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p>Não adianta dizer que não faz, toda mulher normal brinca sozinha. Todo mundo já teve a experiência de subir no beliche, deixar cair um copo ou tomar banho com chuveirinho na adolescência e descobriu uma coisa interessante. E é bem mais divertido que a punheta (desculpem, mas é), porque existem milhares de objetos que podem ajudar, e também posições, dentro, fora, nos arredores, anal e até tentar sem encostar.</p>
<p>Vou passar algumas dicas, como pessoa de alguma experiência no ramo:</p>
<p><strong>1-      Mitos</strong></p>
<p>Existem dois aparelhos que tiram um sorriso maroto do canto da boca das meninas: o Celular e o joystick com dual shock. Ambos são superestimados. O Joystick não vibra por tempo o suficiente nem no modo de teste, e o vibra call do celular é fraco demais, dizem que até pra desestimular as moças. Mas não fique desanimada, ainda existem as técnicas de esfregar e de enfiar (eu sugeriria um aparelho que você não vai mais usar ou, de um jeito bem loser, colocar uma camisinha).</p>
<p><strong>2-      A incrível cavalgada solo</strong></p>
<p>É assim que muita gente começa a se descobrir, e dá margem pra uma imensa gama de possibilidades quando você pega o jeito. Travesseiro, quina de mesa, braço de cadeira, etc . O melhor dessa técnica é que prepara para trepadas futuras, ao mesmo tempo em que você aproveita sozinha. A parte ruim é ter que pegar o jeito e de você se cansar até conseguir terminar o trabalho. Mas vale a pena aprimorar a técnica.</p>
<p><strong>3-      Tática da canhota 2.0</strong></p>
<p>Muitas meninas reclamam que não conseguem gozar usando a mão esquerda, por não achar o clitóris. Mas a canhota tem uma função muito importante: estimular outros pontos enquanto a sua mão direita faz o trabalho pesado. O prazer é bem maior, e a recompensa, também.</p>
<p><strong>4-      Ok, tem limite</strong></p>
<p>Escolha objetos duros e não cortantes. Parece meio bobo, mas já ouvi histórias de uma mulher que tentou brincar com uma salsicha, que acabou quebrando dentro dela; de outra, que foi tentar anal com uma banana descascada, que também quebrou. O teste do toque é perfeito pra descobrir se você pode ou não utilizar aquele objeto, segurança é fundamental. Corte suas unhas, filme pornô e a realidade são coisas bem diferentes.</p>
<p><strong>5-      Cuidado ao lambuzar</strong></p>
<p>É legal ter facilidade de deslizar por onde você quiser, como uma pista de ski no Canadá, mas isso pode arder. Prefira cremes sem álcool, sabonetes, óleos, porque você tem muita coisa pra brincar com o caminho mais livre. Sem nojinho, depois é só tomar um banho que sai.</p>
<p><strong>6-      Posições que imitem o sexo</strong></p>
<p>Imaginar que está, na verdade, transando com um gatinho, é ótimo.  Ficar de quatro, de ladinho, de costas faz diferença. Pra algumas posições, é melhor ter um vibrador, porque fica difícil usar as mãos, tanto pra tocar quanto pra manusear alguma coisa. Se você é mestre na técnica da cavalgada solo, pode usar o movimento em quase todas as possibilidades.</p>
<p><strong>7-      Pode experimentar o gosto?</strong></p>
<p>Pode, filha. Vai que você gosta e descobre que prefere o gosto de buceta ao de porra&#8230; Ou que a idéia de um ménage não é assim tão ruim. Ou, pelo menos, te prepara para aqueles caras que te masturbam e depois botam o dedo na sua boca.</p>
<p><strong>8-      Alimentos</strong></p>
<p>Mais do que só enfiar, você tem muito mais a fazer com comida. Passar halls, por exemplo, ou algum óleo/creme&#8230; Já ouvi falar até em clara de ovo. Manteiga e margarina pra começar a brincar anal são legais na hora, mas você vai sentir os efeitos quando precisar soltar um punzinho durante o dia.</p>
<p>Não passe pimenta. Sério.</p>
<p><strong>9-      Leve o tempo que precisar</strong></p>
<p>Uma siririca bem tocada vale por muito sexo que você nem sente nada, então não precisa apressar as coisas. Também não precisa acender velas e jogar pétalas de rosa na cama pra você mesma, a menos que você seja a louca dos gatos. Tente ver quantos orgasmos em seguida você consegue ter, e depois faça inveja para as amigas.</p>
<p><strong>10-   Banho</strong></p>
<p>Chuveirinho só vale pra excitar o parceiro. Sozinha, você não chega a lugar nenhum, a menos que tenha um de alta pressão. Eu curto muito os jatos da banheira, com um posicionamento certo, termino em menos de um minuto. O siribanho tradicional sempre é uma boa pedida, um clássico.</p>
<p><strong>11-   O que você está fazendo que ainda não comprou um vibrador?</strong></p>
<p>É como não ter um vestido preto no armário. Você precisa de um, e ele vai te impedir de se apaixonar por qualquer idiota com pau grande que apareça. O vibrador serve até pros dias que você ta afim, mas ta cansada, ou pra tentar algum movimento diferente e, principalmente, pra te acompanhar na sua rotina diária.</p>
<p><strong>12-   Você vê pornografia que eu sei</strong></p>
<p>Se não, vá começar. Isso te dará várias idéias, vai te ajudar a ter um passatempo quando você ta de bobeira na internet, e é bem melhor que ler esses livrinhos da Sabrina. Os sites têm várias categorias hoje em dia, e alguma delas foi feita para você (só não dê bobeira com o histórico).</p>
<p>Bom, essas são algumas das dicas que vocês podem adotar no seu dia a dia, muito práticas e de fácil execução.  Vale tanto pra fazer sozinha quanto pra sugerir pro nobre lorde que a acompanhe. Já diriam as Velhas Virgens “o que importa é gozar, de qualquer jeito”, e ninguém nunca morreu por siririca.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Obrigado 2011</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 19:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>R0cc0</dc:creator>
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		<description><![CDATA[2011
O ano se encerrou há algumas horas e por mais que a vida não passe de um dia após o outro, é engraçado notar o quanto esses 365 dias que se passaram em 2011 foram significativos para mim.
Me recordo da pessoa que eu era 364 dias atrás e a pessoa que sou hoje, 365 dias depois e todo aquele ensinamento sobre evolução parece fazer mais sentido em minha cabeça. Afinal a vida é ou não é uma grande escola com aprendizados constantes no dia a dia?
Não existe folga, não existe férias, muito menos feriado ou fim de semana, aprendemos diariamente independente do horário como se tornar uma pessoa melhor. Sei que não sou a melhor pessoa do mundo e jamais serei, mas afirmo que sou uma pessoa melhor que no passado. Posso dizer que passei de ano.
O ano começou em uma ladeira da qual apenas eu podia me livrar. Janeiro ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>2011</strong></p>
<p>O ano se encerrou há algumas horas e por mais que a vida não passe de um dia após o outro, é engraçado notar o quanto esses 365 dias que se passaram em 2011 foram significativos para mim.<br />
Me recordo da pessoa que eu era 364 dias atrás e a pessoa que sou hoje, 365 dias depois e todo aquele ensinamento sobre evolução parece fazer mais sentido em minha cabeça. Afinal a vida é ou não é uma grande escola com aprendizados constantes no dia a dia?<br />
Não existe folga, não existe férias, muito menos feriado ou fim de semana, aprendemos diariamente independente do horário como se tornar uma pessoa melhor. Sei que não sou a melhor pessoa do mundo e jamais serei, mas afirmo que sou uma pessoa melhor que no passado. Posso dizer que passei de ano.</p>
<p>O ano começou em uma ladeira da qual apenas eu podia me livrar. Janeiro começou comigo aflito e necessitado e terminou de uma maneira pior ainda. Foi o mês em que fui furtado, que acreditei na bondade das pessoas, que fui ingênuo, mas aprendi.<br />
Enquanto me prendi na esperança de retomar as minhas coisas de maneira simples, sorri por estar diante de pessoas maravilhosas que conhecia e que acabei conhecendo. O dia que fui furtado encerrou a volta de pessoas bondosas que viraram grandes amigos para a vida inteira. Vocês sabem quem são e apenas isso importa, não preciso mencionar cada um.</p>
<p>Os meses que se seguiram foram turbulentos, e a cada dia que passava perdia mais do que já não tinha. Foi um aprendizado, me mexi e quando achei que não podia piorar, algo se foi e a sensação de alívio e a vontade de continuar fez sentido.</p>
<p>Foram poucos os dias de solidão, na verdade nenhum dia, a amizade que conquistei nesses mais de 9000 dias vividos, fizeram a diferença.</p>
<p>Na amizade fortalecida que parei de me ver sozinho. Enxerguei um futuro brilhante e me dei valor. Não estou aqui para dar conselhos ou dicas para uma vida saudável e feliz, estou compartilhando o meu ano apenas.</p>
<p>E que ano incrível comparado com outros. Redescobrindo sentimentos, aprendendo o que é sentir segurança, melhorando a forma física, encontrando as mesmas pessoas ótimas que continuaram próximas, tendo como irmã a conquista de uma jornada de luta, vendo em uma amiga a felicidade de um futuro próximo e eterno, ambicioso cumprindo metas professionais e usando da vaidade uma maneira de se valorizar mais.</p>
<p>Encerro este ano perfeito diante de uma pessoa maravilhosa e antes de tudo amiga. Começo o ano em outro bairro, outra casa e outra vida.  Não sei do futuro e muito menos quanto será 2012, o que importa é agradecer o presente maravilhoso.</p>
<p>Estou feliz finalmente, e junto com a felicidade vem o medo, medo de não viver isso amanhã, medo de ter encerrado a vida sem provar esse sentimento. Medo é apenas um dos desafios que restaram.</p>
<p>Minha reclamação para hoje? Apenas uma audição prejudicada pela água da piscina e um enjoo causado por um antibiótico para curar uma inflamação, mas em outros anos, isso significaria apenas mais um dia&#8230;</p>
<p>Obrigado 2011</p>
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		<title>O Anônimo</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 09:19:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
O anônimo se esconde, não tem coragem de mostrar a cara por temer críticas. O anônimo é desconhecido, mas se tornaria conhecido se fosse descoberto. Conhecido e esquecido.
O anônimo sente a necessidade de criticar, de julgar, de agir por impulso ao mesmo tempo em que se acha esperto. Esperto, porém fracassado.
O anônimo ataca por terceiros, usa de veículos que garanta a sua segurança, que o proteja evitando assim ser descoberto. O anônimo é covarde.
O anônimo julga como ignorante aquele que “dá a cara a tapa” por não gostar de sujar as mãos. Na verdade o anônimo queria ser o ignorante, mas não é capaz.
O anônimo permanece nas sombras para evitar confronto, não sabe ganhar uma batalha atacando, precisa de uma máscara, de um escudo para se proteger. O anônimo usa o cinismo quando confrontado.
O anônimo acha que engana, mas ao mesmo tempo é enganado, afinal quem se importa com o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/10/anonimo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1645" title="anonimo" src="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/10/anonimo.jpg" alt="" width="204" height="147" /></a></p>
<p>O <strong>anônimo</strong> se esconde, não tem coragem de mostrar a cara por temer críticas. O anônimo é desconhecido, mas se tornaria conhecido se fosse descoberto. Conhecido e esquecido.</p>
<p>O <strong>anônimo</strong> sente a necessidade de criticar, de julgar, de agir por impulso ao mesmo tempo em que se acha esperto. Esperto, porém fracassado.</p>
<p>O <strong>anônimo</strong> ataca por terceiros, usa de veículos que garanta a sua segurança, que o proteja evitando assim ser descoberto. O anônimo é covarde.</p>
<p>O <strong>anônimo</strong> julga como ignorante aquele que “dá a cara a tapa” por não gostar de sujar as mãos. Na verdade o anônimo queria ser o ignorante, mas não é capaz.</p>
<p>O <strong>anônimo</strong> permanece nas sombras para evitar confronto, não sabe ganhar uma batalha atacando, precisa de uma máscara, de um escudo para se proteger. O anônimo usa o cinismo quando confrontado.</p>
<p>O <strong>anônimo</strong> acha que engana, mas ao mesmo tempo é enganado, afinal quem se importa com o coadjuvante? Quem se importa com um personagem anônimo?</p>
<p>A ficção inspira a realidade, onde <strong>heróis</strong> são ovacionados, <strong>vilões</strong> lembrados e personagens <strong>anônimos</strong> esquecidos. No entanto, o <strong>anônimo</strong> se acha um super-herói, vestindo a sua capa da verdade e disparando criticas e ofensas que podem magoar.</p>
<p><em>“Yeah! Eu tenho coragem, falei o que ninguém teria coragem de falar”</em> pensa o <strong>anônimo</strong>.</p>
<p>O <strong>anônimo</strong> segue seu caminho&#8230;<br />
Vive seu conto de fadas&#8230;<br />
Fracassa em seu objetivo&#8230;<br />
Cai no esquecimento&#8230;<br />
Vive à sombras sendo visto apenas como um <strong>covarde</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposê</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 03:05:39 +0000</pubDate>
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Costumo escrever em momentos de ódio, desabafo ou o que seja tendo como inspiração algo presenciado no momento, talvez de alguns anos de vivência. Hoje a situação é diferente, não sou escritor, não tenho talento, mas gosto de expor alguns pensamentos em um emaranhado de linhas composto por dezenas de caracteres que formam frases coesas, pelo menos esse é o intuito.
Segunda a feira à noite, acendo o último cigarro (acredito que seja) desse dia exaustivo. Coloco Alice in Chains para tocar, uma das bandas que fazem parte do meu top 10, diante do notebook procuro algum entretenimento. Segunda feira, fim de noite, eu estou sozinho em casa, no momento penso que não tenho ninguém, mas é algo apenas de momento, tenho pessoas sim a minha volta, mas isso é engraçado, em dias assim a internet se torna sua companheira. Errado daqueles que creem que ela possa ser uma grande amiga, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Costumo escrever em momentos de ódio, desabafo ou o que seja tendo como inspiração algo presenciado no momento, talvez de alguns anos de vivência. Hoje a situação é diferente, não sou escritor, não tenho talento, mas gosto de expor alguns pensamentos em um emaranhado de linhas composto por dezenas de caracteres que formam frases coesas, pelo menos esse é o intuito.</p>
<p>Segunda a feira à noite, acendo o último cigarro (acredito que seja) desse dia exaustivo. Coloco Alice in Chains para tocar, uma das bandas que fazem parte do meu top 10, diante do notebook procuro algum entretenimento. Segunda feira, fim de noite, eu estou sozinho em casa, no momento penso que não tenho ninguém, mas é algo apenas de momento, tenho pessoas sim a minha volta, mas isso é engraçado, em dias assim a internet se torna sua companheira. Errado daqueles que creem que ela possa ser uma grande amiga, o entretenimento, a cultura, a comunicação o conteúdo simplesmente se tornou banal, restando apenas ideias jogadas ao ar e bons pensamentos deixados de lado.</p>
<p>Pois é assim, esse grande Big Brother que a internet se tornou, todos podem ocupar um pedaço, mas será que realmente vale ter esse espaço? E quando nos tornarmos exposto o bastante para não ter privacidade? Gastamos muito tempo diante dessa caixa mágica de informações, nos estressamos mais do que deveríamos com alguém que está do outro lado, mas no fim o que resta? Um “delete account” como redenção? Diga-me, quantos amigos fora desse círculo você possui hoje?</p>
<p>Mais uma vez derrotados e escravizados pelos 15 minutos de fama, nada mais nada menos que uma linha em uma matéria, uma citação em algum veículo. Vale todo o esforço? Vale todo esse confete? O som do aplauso é tão importante assim?</p>
<p>Quais ambições nós temos ao nascer? Eu começo, digo que minha principal ambição por mais “blasé” que seja, era de construir uma família. O sonho americano como citado em diversos filmes, o clichê mais verdadeiro de todos. Esse receio talvez venha pelo fato de não crescer numa família perfeita, mas quem sou eu para questionar com tantos erros sendo noticiados no dia a dia.</p>
<p>Não preciso de todo esse confete, mas assim como vocês, me tornei mais um escravo, basta ler algumas linhas para perceber o quanto eu me expus nessas poucas palavras. Não precisava de confete, não precisava de serpentina, não queria da minha vida um grande carnaval, mas basta parar e pensar apenas para um minuto e perceber que é exatamente isso o que todos no fim das contas querem.</p>
<p>A cortina se fecha, os aplausos acabam e só resta retornar para a prisão&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>FODACAST#24 &#8211; $uce$$o&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 18:13:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[fama]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de um tempo no limbo e um Fodacast conturbado sem pé na cabeça, nessa nova fase do &#8220;site&#8221; reuni uma turma de estrelas para falar sobre um tema controverso: Sucesso. O elenco selecionado a dedo foi definido através de madrugadas no Skype entre bebedeiras e conversas sérias.
Se você espera um cast de humor com muita risada e tudo mais, dê meia volta, pois aqui o objetivo não é esse, vamos direto na ferida do ego para opinar sobre fama. Será que vale a pena fazer tudo para um pouco de confete?
Participantes:
R0cc0
Dsfagundes
Fransuel
Camila
Links:
Christiane Torloni &#8211; Rock Bebê
Didi Wagner &#8211; Capital Inicial
Didi Wagner &#8211; Toco Slipknot
Fiuk &#8211; Rock in Rio
Contato:
fodacast@roccoliseu.com.br
Mande aí sua crítica, sugestão, pergunta, pode me mandar à merda também que eu não ligo, quem sabe até te chamo pra participar em um duelo de ofensas gratuitas um com o outro?
Player:
&#160;
&#160;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Fodacast-24.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1628" title="Fodacast 24" src="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Fodacast-24.jpg" alt="" width="400" height="200" /></a>Depois de um tempo no limbo e um Fodacast conturbado sem pé na cabeça, nessa nova fase do &#8220;site&#8221; reuni uma turma de estrelas para falar sobre um tema controverso: Sucesso. O elenco selecionado a dedo foi definido através de madrugadas no Skype entre bebedeiras e conversas sérias.<br />
Se você espera um cast de humor com muita risada e tudo mais, dê meia volta, pois aqui o objetivo não é esse, vamos direto na ferida do ego para opinar sobre fama. Será que vale a pena fazer tudo para um pouco de confete?</p>
<p><strong>Participantes:</strong><a href="http://www.twitter.com/r0cc0"><br />
R0cc0</a><br />
<a href="http://www.twitter.com/dsfagundes">Dsfagundes<br />
</a><a href="http://twitter.com/_fransuel">Fransuel</a><br />
<a href="http://twitter.com/camilla__l">Camila</a></p>
<p><strong>Links:<br />
</strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=PudZE0iIMY8">Christiane Torloni</a> &#8211; Rock Bebê<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=9uXWB8B4JRk">Didi Wagner</a> &#8211; Capital Inicial<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=GYoSZFrueaI">Didi Wagner</a> &#8211; Toco Slipknot<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=ni8_8NT-bew">Fiuk</a> &#8211; Rock in Rio</p>
<p><strong>Contato:</strong></p>
<p><a href="fodacast@roccoliseu.com.br">fodacast@roccoliseu.com.br</a></p>
<p>Mande aí sua crítica, sugestão, pergunta, pode me mandar à merda também que eu não ligo, quem sabe até te chamo pra participar em um duelo de ofensas gratuitas um com o outro?</p>
<p><strong>Player:</strong></p>
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		<itunes:summary>Depois de um tempo no limbo e um Fodacast conturbado sem pé na cabeça, nessa nova fase do &#8220;site&#8221; reuni uma turma de estrelas para falar sobre um tema controverso: Sucesso. O elenco selecionado a dedo foi definido através de madrugadas no Skype entre bebedeiras e conversas sérias.
Se você espera um cast de humor com muita risada e tudo mais, dê meia volta, pois aqui o objetivo não é esse, vamos direto na ferida do ego para opinar sobre fama. Será que vale a pena fazer tudo para um pouco de confete?
Participantes:
R0cc0
Dsfagundes
Fransuel
Camila
Links:
Christiane Torloni &#8211; Rock Bebê
Didi Wagner &#8211; Capital Inicial
Didi Wagner &#8211; Toco Slipknot
Fiuk &#8211; Rock in Rio
Contato:
fodacast@roccoliseu.com.br
Mande aí sua crítica, sugestão, pergunta, pode me mandar à merda também que eu não ligo, quem sabe até te chamo pra participar em um duelo de ofensas gratuitas um com o outro?
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		<title>PUNHETA RAIVOSA</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 04:01:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Olha só como é bom compartilhar histórias que constrangem e nos remetem a lembranças do passado. Posso não ser o gordinho mais sensual das redes, mas vivi histórias bisonhas graças a esse charme que Deus me deu.
Durante minhas passagens em shows de ROCK NACIONAL gratuito no estado de São Paulo, conheci algumas cocotas que proporcionaram diversas experiências contribuindo com minha evolução sexual. Entre elas uma que foi apelidada carinhosamente por Homer, devido aos seus grandes olhos, pelos colegas de turma.

Homer
Conheci a garota em um show do Engenheiros do Hawaii no SESC Interlagos. Na fila de entrada a garota chamou a atenção devido aos seus volumosos seios e pouca idade, algo em torno de 15 anos. Homer estava acompanhada por uma amiga que alguns a qualificaram como monstrinho, mas Boi já fez a aproximação de forma bem linear usando a galante frase: PUTA MERDA QUE PEITÃO VOCÊ TEM. Risos aqui, risos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/09/punheta.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1624" title="punheta" src="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/09/punheta.jpg" alt="" width="320" height="314" /></a></p>
<p>Olha só como é bom compartilhar histórias que constrangem e nos remetem a lembranças do passado. Posso não ser o gordinho mais sensual das redes, mas vivi histórias bisonhas graças a esse charme que Deus me deu.</p>
<p>Durante minhas passagens em shows de ROCK NACIONAL gratuito no estado de São Paulo, conheci algumas cocotas que proporcionaram diversas experiências contribuindo com minha evolução sexual. Entre elas uma que foi apelidada carinhosamente por Homer, devido aos seus grandes olhos, pelos colegas de turma.</p>
<p><span id="more-1623"></span></p>
<p><strong>Homer</strong></p>
<p>Conheci a garota em um show do Engenheiros do Hawaii no SESC Interlagos. Na fila de entrada a garota chamou a atenção devido aos seus volumosos seios e pouca idade, algo em torno de 15 anos. Homer estava acompanhada por uma amiga que alguns a qualificaram como monstrinho, mas Boi já fez a aproximação de forma bem linear usando a galante frase: PUTA MERDA QUE PEITÃO VOCÊ TEM. Risos aqui, risos ali, a história termina com meu camarada Kurt ficando com a guria enquanto um amigo tomava fora da monstrinho e eu sem pestanejar dando umas linguadas na guria.</p>
<p><strong>Dias de Luta de um Pobre Paulista</strong></p>
<p>Acordei cedo, o destino era o Vale do Anhangabaú onde rolaria o show do IRA de graça. Marquei com os camaradas no Pão de Açúcar do Jabaquara #AD e como de praxe demos aquele bom e velho “gato” para descolar umas bebidas de forma mais econômica (sem pagar).</p>
<p>Dentro do último vagão onde é proibido consumir bebidas alcóolicas abrimos a primeira garrafa de batida baianinha de coco. Ao chegarmos no Vale do Anhangabaú já estava no fator bom do cidadão, ou seja, alterado e desinibido como os jovens devem ser.<br />
Kurt estava acompanhado de uma perigótica que ele encontrará na estação República, isso desmotivaria a Homer que até então ainda tinha uma quedinha pelo senhor cabeludinho. Encontrei a Homer em estado alterado e como construímos uma boa amizade no decorrer dos anos, não demorou muito para que eu fosse usado por ela devido ao meu estado etílico e claro de companheirismo.</p>
<p><strong>Sobre o SHOW</strong></p>
<p>O show foi bacana como sempre, acho IRA foda, mas o mais intrigante foi o fato, na verdade fatos que marcaram o evento onde podemos destacar:</p>
<p><em>- Baixinha de 1,50m entrando no bate cabeça e tomando um murro ao acaso do Boi causando um desmaio rápido na guria</em><br />
<em> &#8211; O chileno que deve ter pouco mais de 1,50m querendo brigar com um careca de 2m no qual 5 caros precisaram apartar, na verdade segurar o chileno.</em></p>
<p><strong>Pegação desenfreada</strong></p>
<p>Estava deitado no chão com as pernas da Homer em volta de mim, à filha da puta era contorcionista e menor de idade, demoraria alguns meses para ela completar 18 anos, mas o tesão e o álcool não me impediu de ganhar uma respeitosa plateia com aroma de Ferraz de Vasconcelos fazendo os melhores comentários do mundo e aplaudindo a cada peça de roupa que quase era arremessada. Algum amigo da turma chega rindo e então percebo que realmente, muitas pessoas estavam assistindo aquela simulação de penetração pública quando um guardinha começou a se aproximar. Arrumei a minha roupa, ela ajeitou a pouca que ela usava no dia e começamos a dividir as turmas para saber quem iria para determinada região. Claro que o caminho todo a galera soltava uns “DOH, DOH, DOH” isso mesmo, o do Homer e ela sem entender nada desencanava, ela não era zoada, era bem interessante por sinal, mas claro que na regra dos amigos, pode ser a mina mais gata do mundo, eles sempre encontrarão um defeito para te sacanear eternamente.</p>
<p>A galera desceu na Conceição optando pelo ônibus, como tinha que esperar o meu irmão que havia parado pra comer um lanche com a baixinha no Habibs #AD da Santa Cruz, fui com a Homer até o metrô Jabaquara já que o destino dela era outro. Ela tinha pressa em ir embora, mas duro do jeito que eu estava não queria voltar naquelas condições e pega aqui e pega ali encontramos uns banquinhos discretos na própria Rodoviária.</p>
<p>O clima esquenta e quando vejo já estou com o pau para fora batendo no umbigo. Ela geme no meu ouvido, as pessoas notam, ela para e eu só mando aquele básico “pode mandar ver, ninguém tá olhando”. A punheta é nervosa e agressiva, mas sem o receio dos machucados costumeiros que muitas fazem. Dou aquela jorrada, deixo a mão dela suja, tiro um lenço limpo do bolso, ela se limpa e cobre a pequena poça deixada no banco.</p>
<p>Saio de cena andando normalmente e percebo que todo mundo está olhando para mim, me sinto vitorioso, provavelmente estavam admirando o meu feito. Decido ir a pé até o metrô Conceição acompanhado com meu cigarro Marlboro vermelho #AD e dosagens de marra tradicionais. O sorriso em meu rosto era claro, naquela época qualquer punheta era sinal de vitória. Amarro o cordão da minha calça preta, ajusto meu coturno e quando finalmente chego ao meu destino só escuto o grito seguido de uma risada do meu amigo Rodrigo “CARALHO DIEGO HAHHAAHAHAHAHAHAH”. Todo mundo aponta e ri, e só então noto que o jarro foi maior que esperava e a roupa preta não ajudou, a mancha de porra mudou a cor da calça, praticamente a perna direita.</p>
<p>Sento naquele tom de vergonha e satisfação e só mando “Punheta dada (pedida) não nega” calando os risos de uma nação.</p>
<p><strong>Curiosidades</strong></p>
<p><em>- O irmão da baixinha que devia ter 1,52 ficou transtornado com o fato de o meu irmão ter feito um lanche com a irmã dele. Nada de sexo, mas mesmo assim o baixinho disse que socaria meu irmão. Claro que rimos.</em></p>
<p><em>- Agradeço pela invenção do termo perigótica, pois sinceramente, ser gótica é desculpa para usar roupa vulgar e se dizer triste como desculpa para dar o cu adoidado no cemitério.</em></p>
<p><em>- A Homer foi minha amiga por anos, virou uma fuck friend quando atingiu a maioridade, e então casou, até hoje tenho cisma que o filho dela é meu, mas isso eu deixarei para contar outro dia.</em></p>
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		<title>Saquêêê~EÊÊÊÊ~êêê!!!!!!</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 15:42:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Algumas bebidas nunca deveriam ser descobertas, outras só existem para despertar o que há de ruim em você e algumas, enfim, você nunca deveria ter conhecido.
Minha relação com o Japão chega a ser de admiração, ódio, receio e medo, tudo isso misturado em um sentimento impossível de descrever e ainda desconhecido por nós. Enfim, a história abaixo é real e com grande insatisfação decidi compartilhar com vocês.
Fazia pouco tempo que meu suposto “noivado” havia terminado e entre bebedeiras e mulheres promíscuas encontrava tempo para sair com os amigos e curtir diferentes estilos de vida (todos heterossexuais).
Naquela bela tarde de sábado, saí com uma guria que tinha um ar provocativo, o estilo pipoca de ser como tantas outras, que gostam de instigar e pular fora. Enfim, meu pai a achava uma tremenda vadia, mas como não tinha nada a perder decidi encarar um cinema naquele belo sábado à tarde. O filme ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/09/saque.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1620" title="saque" src="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/09/saque.jpg" alt="" width="400" height="360" /></a></p>
<p>Algumas bebidas nunca deveriam ser descobertas, outras só existem para despertar o que há de ruim em você e algumas, enfim, você nunca deveria ter conhecido.</p>
<p>Minha relação com o Japão chega a ser de admiração, ódio, receio e medo, tudo isso misturado em um sentimento impossível de descrever e ainda desconhecido por nós. Enfim, a história abaixo é real e com grande insatisfação decidi compartilhar com vocês.</p>
<p>Fazia pouco tempo que meu suposto “noivado” havia terminado e entre bebedeiras e mulheres promíscuas encontrava tempo para sair com os amigos e curtir diferentes estilos de vida (todos heterossexuais).<br />
Naquela bela tarde de sábado, saí com uma guria que tinha um ar provocativo, o estilo pipoca de ser como tantas outras, que gostam de instigar e pular fora. Enfim, meu pai a achava uma tremenda vadia, mas como não tinha nada a perder decidi encarar um cinema naquele belo sábado à tarde. O filme escolhido foi Click e apesar do filme não ser tão ruim, a companhia foi.<br />
Precisava salvar aquele sábado e a primeira pessoa que pensei em ligar foi para o Boi, por sorte tanto ele quanto meu irmão estavam em um restaurante japonês de um amigo, meu irmão acompanhado com a namorada e uma &#8220;ex&#8221; minha, logo, ainda tinha alguma salvação aquele dia.</p>
<p>Chego ao local e começo a me deliciar com a cozinha oriental, até aí uma maneira bem civilizada de aproveitar o seu sábado, no entanto uma voz como um prenúncio do apocalipse diz: “Já tomou saquê?”. Recordo de um dia ter tomado uma garrafinha em um mercado qualquer próximo a Praça Silvio Romero no Tatuapé e não ter curtido, mas como era um sábado e novamente não tinha nada a perder aceitei com um sorriso no rosto.</p>
<p>A dose era servida seguindo a tradição, quente em uma espécie de copo quadrado com sal na borda. Ao primeiro gole entendi o motivo pelo qual a garrafa permanecer na mesa: “Estava diante do néctar dos deuses”. O meu paladar despertou um interesse magnânimo ao perceber que era possível ficar bêbado sem que a língua fosse agredida por uma quantidade massiva de álcool. Encontrará meu paraíso, ou pelo menos achei que fosse&#8230;</p>
<p>Na terceira garrafa de saquê quente, o papo fluía de maneira descontraída, estava espantado pela sobriedade que encarava a situação já que boatos indicavam que a bebida era forte. Eis que então, Sidney presente no momento e amigo do dono do restaurante diz: “Vamos tomar saquê frio, é gostoso também”. Quem tem boca vai a Roma e quem tem coragem não passa vontade, por que não arriscar não é verdade?</p>
<p>Três garrafas de saquê quente e três garrafas de saquê frio, apenas isso e nada mais foram o suficiente para gerar um fim de noite catastrófico&#8230;</p>
<p>Doze horas depois</p>
<p>A claridade entrava pelo quarto. Impossível notar ser era dia ou tarde pelo ângulo que me encontrava, sim não estava deitado em minha cama. Caído atrás da porta do quarto apenas com uma cueca azul clara, dessas antigas mesmo, acordei com o impacto da porta em minha cabeça e a voz do meu irmão anunciando que queria entrar. Antes mesmo de me dar conta sobre o que tinha acontecido, corri até o banheiro e comecei a vomitar, a dor do estômago me fez perceber que aquilo não era um sonho ruim, era algo real, marcas ocasionadas da noite anterior.</p>
<p>Saio do banheiro e volto ao quarto, todos me olham de maneira estranha. Não percebo quem são e muito menos quantos, sento na minha cama desarrumada com dor no estômago e esfrego os olhos quando a cabeça começa a doer. Meu pai senta do meu lado, pergunta se eu não vomitarei de novo e questiona se eu tenho interesse em saber o que aconteceu na noite anterior. Concordo, não poderia ter feito nada de tão ruim, na verdade poderia&#8230;</p>
<p>Flashback</p>
<p>A garrafa de saquê ainda estava na metade quando meu irmão disse que eu fazia pole dance junto com o Boi dentro do estabelecimento. Todos os clientes aplaudiam e riam de forma descontrolada, eu batia no peito aos berros falando que não estava bêbado, apenas me divertindo.<br />
Quando a garrafa secou, me ofereci para pagar boa parte da conta. Entrei no carro e para mim ali a noite acabou. Infelizmente testemunhas servem para lembrar seus fracassos, derrotas e te condenar em julgamentos. Nesse tribunal chamado vida fui condenado e a pena eu paguei ao chegar em casa.</p>
<p>A última vez que olhei para o relógio, o ponteiro marcava 23h57 e ainda estava na segunda garrafa de saquê gelado. Pelas contas do meu pai o horário que cruzei o portão de casa era algo em torno de 2h30am, o que aconteceu nesse intervalo, nem meu próprio irmão soube me explicar, mas disse que batemos de casa noturna a casa noturna em busca de uma solução para minha prematura e desastrosa bebedeira.</p>
<p>O Natal estava próximo e como tradição, a família inteira se reunia na casa dos meus avós (meu destino) para passar as festividades. Alguns parentes que aparecem em casa apenas nessa época, estavam reunidos na sala. Balbuciando algumas palavras para o meu pai dei de cara com um rosto desconhecido, colega de um primo bem mais novo que eu, que por estar longe da família recebeu o convite em se juntar a nós. Como num filme de Kung Fu com direito a zoom no rosto do protagonista antes de iniciar uma briga, meu olhar mudou e naquele momento eu levantei o guri pelo rosto e citei a seguinte frase: “- Você é um índio, o que você está fazendo aqui? Você quer roubar meu território, derrubar minha família, tomar o controle de casa. LIGAREI PARA A FUNAI PRA VIR TE BUSCAR!” Sim, estava gritando nesse momento.</p>
<p>Meu pai tenta me acalmar e nesse momento minha avó que estava dormindo em algum dormitório aparece perguntando o que estaria acontecendo. Como todo bom neto deve fazer para uma relação ótima com a família eu adotei a postura oposta e ao colocar o dedo na cara dela disse “-Velha maldita, sei muito bem que você está acabando com a união dessa família. NÃO DEIXAREI VOCÊ SAIR VITORIOSA DESSE JEITO, VAI TOMAR NO MEIO DO SEU CU”.</p>
<p>Nessa hora meu pai já colocou a mão no rosto, minha avó muito boa atriz fingiu que não tinha entendido e eu, oras bolas, eu como esperado fico pelado no meio da sala e entro no chuveiro gelado. Todas as dezessete pessoas que estavam em casa incluindo primos, primas, tios, tias, avós, além é claro da minha mãe, irmão e pai aguardavam na sala quando eu da maneira mais natural do mundo apareço pelado, sento no sofá da sala, ainda molhado, acendo um cigarro e pergunto da vida.</p>
<p>Decidi nesse momento que não queria ouvir o fim da história, já que meu pai lembrou alguns momentos frustrantes na tentativa de me manter de cueca, o que eu sei é que tudo aconteceu até 5h40am e além de vomitar o domingo inteiro, minha família nunca mais olhou da mesma maneira para mim&#8230; <img src='http://roccoliseu.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Carência patética&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 21:09:58 +0000</pubDate>
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“Nossa queria tanto o carinho da mãe, um namorado e alguém pra ficar comigo abraçado, me ouvindo levando pra sair e tudo mais” – Ué, mas porque você não coloca sua roupa e volta pra casa do seu namorado então? “Ai, é porque você trepa bem e ninguém ficará sabendo.”
Baseado em uma história real, ou melhor, em contos reais de como tudo funciona em benefício próprio. Essa insuficiência em se aceitar e acreditar, misturado com uma imagem de garota fofa em busca de amor, apenas nos faz entender o quão patética uma pessoa pode ser.
Hipocrisia
Negação é o pior caminho para alguém que pretende se vender, mas não quer se encontrar. Não quer se encontrar por saber que a verdade é feia e difícil de disfarçar, opta pelo meio mais fácil como uma peça de carne exposta em um açougue. Aparência não vem acompanhado de competência.
“Tudo que eu queria era alguém ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/09/manequim.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1615" title="manequim" src="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/09/manequim.jpg" alt="" width="276" height="182" /></a></p>
<p>“Nossa queria tanto o carinho da mãe, um namorado e alguém pra ficar comigo abraçado, me ouvindo levando pra sair e tudo mais” – Ué, mas porque você não coloca sua roupa e volta pra casa do seu namorado então? “Ai, é porque você trepa bem e ninguém ficará sabendo.”</p>
<p>Baseado em uma história real, ou melhor, em contos reais de como tudo funciona em benefício próprio. Essa insuficiência em se aceitar e acreditar, misturado com uma imagem de garota fofa em busca de amor, apenas nos faz entender o quão patética uma pessoa pode ser.</p>
<p>Hipocrisia</p>
<p>Negação é o pior caminho para alguém que pretende se vender, mas não quer se encontrar. Não quer se encontrar por saber que a verdade é feia e difícil de disfarçar, opta pelo meio mais fácil como uma peça de carne exposta em um açougue. Aparência não vem acompanhado de competência.</p>
<p>“Tudo que eu queria era alguém me fazendo um cafuné hoje” – Será mesmo?</p>
<p>Nunca estamos completamente satisfeitos, se você tiver o cafuné, sentirá falta talvez de alguém com aparência melhor, se a pessoa for bonita, você estará farta do cafuné e com vontade de sair, se a pessoa não tiver dinheiro, mas completar todo o kit o processo se repetirá e você nunca encontrará alguém que o te satisfaça por completo. Concordo que não é por isso que você deve aceitar a primeira oportunidade que aparecer, mas nem por isso você deve experimentar todos que aparecerem. Dignidade começa dentro da calcinha e termina na consciência. Não é pecado gostar de sexo e muito menos querer transar com todos, ninguém te julgará por isso, quer dizer, muitos o farão, mas poucos com argumentos válidos&#8230;</p>
<p>Faça o que quiser, acredite em que quiser sua exposição não compensará os fracassos do amor cometidos no passado.  Sua postura ridícula compensa a punheta de muitos e só, ou você acha que a maneira mais correta de encontrar alguém é se vendendo como um objeto?</p>
<p>Não sou a razão, não sou a lei, mas acredite, que se isso te faz feliz, parabéns pela postura, pois para mim isso só demonstra o quão patética a vida de um ser humano pode chegar.</p>
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		<title>Escravos da internet&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 16:21:27 +0000</pubDate>
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“A Internet facilita nossa meio de comunicação colocando a notícia a frente de outras ferramentas da atualidade.” Quem dera se o propósito realmente fosse esse.
Quantas pessoas acordam todo dia para trabalhar e depositam sua fé em algumas moedas na esperança de mudar de vida? Irônico e verdadeiro não são de se admirar que o sucesso venha acompanhado de um passado, um passado que nem todos obtiveram tempo em construir.
Quantas pessoas que você conhece ficaram ricas trabalhando? Se for alguém de 60 anos de idade, tudo bem é plausível, mas hoje em dia a cada mil pessoas da classe baixa apenas uma chutando alto obtêm sucesso.
Sucesso não se constrói de um dia para o outro, mas em sonhos encarados diariamente na rotina do trabalhador, é fácil fantasiar com uma vida melhor ou reconhecimento por qualquer feito existente na vida. Vai dizer que se você aparecesse na TV por algum motivo fútil, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ESCRAVOS.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1611" title="ESCRAVOS" src="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/09/ESCRAVOS.jpg" alt="" width="400" height="200" /></a></p>
<p>“A Internet facilita nossa meio de comunicação colocando a notícia a frente de outras ferramentas da atualidade.” Quem dera se o propósito realmente fosse esse.</p>
<p>Quantas pessoas acordam todo dia para trabalhar e depositam sua fé em algumas moedas na esperança de mudar de vida? Irônico e verdadeiro não são de se admirar que o sucesso venha acompanhado de um passado, um passado que nem todos obtiveram tempo em construir.<br />
Quantas pessoas que você conhece ficaram ricas trabalhando? Se for alguém de 60 anos de idade, tudo bem é plausível, mas hoje em dia a cada mil pessoas da classe baixa apenas uma chutando alto obtêm sucesso.<br />
Sucesso não se constrói de um dia para o outro, mas em sonhos encarados diariamente na rotina do trabalhador, é fácil fantasiar com uma vida melhor ou reconhecimento por qualquer feito existente na vida. Vai dizer que se você aparecesse na TV por algum motivo fútil, show, entrevista, programa de tv, você não ficaria pelo menos um pouco ansioso em ver o resultado? Orgulho pobre, mas um orgulho, orgulho que se perdeu e graças à internet hoje a situação ficou pior.<br />
<span id="more-1610"></span><br />
<strong>Sucesso</strong></p>
<p>A internet é curiosa, ela nos escraviza e nem notamos. Nela temos uma infinidade de opções para expandir conhecimento, espalhar pensamentos, compartilhar ideias, mas ao invés disso preferimos nos limitar a uma rotina simplória onde ao pressionar a tecla “on” nos limitamos e deixamos de conhecer aquilo que o mundo tem a oferecer.<br />
Internet economiza correspondência, telefone, lazer&#8230; Nós temos diante de um monitor criado com alguns componentes eletrônicos a chance de falar com um amigo distante, pagar uma conta sem sair de casa, ver um filme sem precisar ir ao cinema ou até a locadora. Tornamo-nos reféns da tecnologia, reféns de um cômodo, escravos da rotina e nem percebemos o quão o mundo é grande e gratificante.<br />
Na internet você pode ser rei, construir seu império, receber elogios pelas suas sacadas geniais ou ser idolatrada como musa mesmo passando seu sábado, sozinha trancada no quarto. Posso ser melhor por não depender da TV e ter minha mente manipulada, consigo ampliar meu campo de visão conversando com pessoas geniais que compartilham do mesmo pensamento.</p>
<p>“Sei que sou melhor que eles&#8230;” Será?</p>
<p>O monitor não é reflexo de um espelho que te mostra algo que você jamais será. É um campo que você ainda não sabe usar, um programa de realidade aumentada para te fazer feliz. Você acha que tem tudo, mas no fim você não tem nada e só é um escravo de algo que te faz acreditar que você é “aquilo que você não é”.</p>
<p>Lave o rosto, pois essa ilusão que você chama de vida não é 1/3 comparado a alguém que tenha uma vida de verdade&#8230;</p>
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		<title>Retroceder nunca render-se jamais PORRA!!!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 04:39:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>R0cc0</dc:creator>
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		<category><![CDATA[R0cc0lunas]]></category>

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		<description><![CDATA[“Castelos surgem e castelos caem, crianças entram enquanto o homem só sai&#8230;”
Citando Aurora da Plebe Rude está dada a largada para uma nova fase.
Quantas vezes você já se pegou se lembrando de momentos em sua vida que não voltarão nunca mais? A vida é assim, mas isso não é ruim, gera o amadurecimento, um novo caminhar e de mal a pior, talvez o resultado acaba sendo positivo, pelo menos é isso que esperamos.
Eu não sei quanto a vocês, mas de forma sincera, costumo ver o lado positivo muita coisa, por mais que reclame, resmungue (e como resmungo), desistir regride passos largos dados desde o principio e se você está caminhando em direção ao poço, bem ainda dá tempo de tomar outro rumo e usando esse exemplo da vida venho por meio deste dizer que estou de volta.
Não levo blog a sério, não costumo levar, tiro sarro de quem se prende ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Castelos surgem e castelos caem, crianças entram enquanto o homem só sai&#8230;”</p>
<p>Citando Aurora da Plebe Rude está dada a largada para uma nova fase.</p>
<p>Quantas vezes você já se pegou se lembrando de momentos em sua vida que não voltarão nunca mais? A vida é assim, mas isso não é ruim, gera o amadurecimento, um novo caminhar e de mal a pior, talvez o resultado acaba sendo positivo, pelo menos é isso que esperamos.<br />
Eu não sei quanto a vocês, mas de forma sincera, costumo ver o lado positivo muita coisa, por mais que reclame, resmungue (e como resmungo), desistir regride passos largos dados desde o principio e se você está caminhando em direção ao poço, bem ainda dá tempo de tomar outro rumo e usando esse exemplo da vida venho por meio deste dizer que estou de volta.<br />
Não levo blog a sério, não costumo levar, tiro sarro de quem se prende muito a isso, mas querendo ou não, esse espaço me ajudou a conhecer um pessoal legal, desabafar em momentos difíceis e compartilhar algumas poucas histórias, algumas divertidas, outras nojentas, muitas bizarras e assustadoras, mas não tenho motivos para privar essa vivência.</p>
<p>Sim, voltei de vez, voltarei a escrever (peraí já estou escrevendo) o Fodacast mais uma vez sairá do limbo, compartilharei mais histórias antigas e novas e ampliarei um pouco esse conceito de demência que para quem teve oportunidade de conhecer sabe que existe.</p>
<p>Hoje sou tio, retornei a faculdade, comecei a namorar e como disse antes  é hora de retomar e se tudo está saindo de forma tão positiva, oras, vamos expandir isso.</p>
<p>E como disse que o nível de demência continuará presente já uso o post para pagar uma aposta com o <a href="http://twitter.com/p_heart" target="_blank">@P_heart</a>.</p>
<p><a href="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/09/R0cc0yonce.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1606" title="R0cc0yonce" src="http://www.roccoliseu.com.br/wp-content/uploads/2011/09/R0cc0yonce.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p>Roccoliseu está de volta e agora com domínio próprio. Valeu o voto de confiança e quem não está nem aí que se foda, vá chupar uma buceta  e me esquece (tm Chergue).</p>
<p> <img src='http://roccoliseu.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
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